Os poderosos servidores da Microsoft ficaram saturados nesta sexta-feira (9) quando os usuários de todo o mundo decidiram baixar a versão gratuita --e de testes-- do novo sistema operacional Windows 7, sucessor do Vista.
Uma enorme fila virtual, de várias horas, se formou na Internet devido à difusão do sistema, segundo informou a Microsoft. "Havia uma fila de gente esperando on-line quando foi lançado", disse o porta-voz da empresa, que exibe suas inovações na feira de tecnologia Consumer Electronics Show (CES), em Las Vegas.
A Microsoft promete um sistema operacional mais simples e leve. A ideia é que usuários não tenham de comprar máquinas mais robustas, e caras, para usar o software e também facilitar o manejo dos itens.
Entre as novidades já anunciadas pela Microsoft estão as mudanças na barra de tarefas do Windows, que deve ter menos botões --a empresa afirma que vai retirar os "redundantes".
Os usuários poderão arrastar os ícones de documentos e programas, para organizá-los na ordem de preferência. Um clique em ícones de programas, usando o botão direito do mouse, vai relevar informações como documentos recentes produzidos com o software.
Segundo o executivo-chefe da empresa, Steve Ballmer, "o Windows 7 será o melhor de todos os Windows", após o fiasco do Vista.
A Microsoft deve encerrar o prazo de download do Windows 7 beta no dia 31 de janeiro, quando deve começar a colher a opinião dos usuários para realizar mais melhorias no novo sistema.
Lei Felca e o Linux: O Código Aberto é Inimigo da Proteção Digital?
Com a chegada da Lei Felca (ECA Digital) em março de 2026, abriu-se um debate acalorado no Brasil: sistemas operacionais abertos, como o Linux, poderiam ser banidos ou restringidos por "facilitarem" o acesso de menores a conteúdos impróprios? Muitos argumentam que a liberdade do root é um risco. Como especialista e entusiasta da computação, eu digo o contrário: O Linux é, tecnicamente, o sistema mais preparado para garantir a conformidade legal sem sacrificar a privacidade. O Mito da "Falta de Controle" A crítica comum é que, por ser aberto, qualquer um pode burlar filtros. No entanto, no Linux, temos ferramentas que o Windows e o macOS sequer oferecem com a mesma granularidade: Módulos PAM (Pluggable Authentication Modules): Podemos criar travas de login no nível do sistema que exigem biometria ou tokens oficiais (como o Gov.br) antes mesmo da interface gráfica carregar. Kernel Namespaces: É possível isolar o navegador de um menor em uma "bolha" de rede (...
0 Comentários